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Cactus Gaming esclarece como a tecnologia está ajudando a estruturar a maior Copa da história

Desde o dia 11 de junho, os fãs de futebol estão tendo a oportunidade de acompanhar a maior Copa do Mundo da história com 42 seleções e 104 partidas. Em um momento de tanta euforia, é indispensável que todos os negócios envolvidos nessa grande celebração do esporte possam desempenhar suas funções da maneira esperada.

O CTO da Cactus Gaming, Felipe Coelho salientou o volume recorde de dados e transações durante o primeiro Mundial com o mercado de iGaming regulado no Brasil. 

“Para nós, isso não é uma novidade conceitual, já que todo ano de Copa, assim como o Super Mundial, finais de Champions e outros grandes eventos, traz uma volumetria muito acima da média. A diferença está na magnitude.

A forma de lidar com isso é estrutural, com uma infraestrutura preparada para picos de tráfego concentrados, especialmente nos jogos do Brasil, e capacidade de processamento que se mantém estável quando todos estão vivendo o mesmo momento ao mesmo tempo”, explicou. 

A Cactus Gaming, reconhecida pela solução white label para apostas esportivas, atua justamente para que essa condição não seja notada pelo usuário. “O cliente vive a Copa e a plataforma sustenta a operação”, pontuou Coelho. 

A importância da inteligência artificial para esse período histórico

Hoje em dia, os operadores já lidam com uma enorme quantidade de dados e adotam a inteligência artificial como ferramenta indispensável para seus processos internos, como transparência, verificação de identidade, políticas de jogo responsável e ferramentas de KYC para apostas esportivas no Brasil

De acordo com o CTO da Cactus Gaming, isso acontece por uma questão prática: “Na escala de uma Copa do Mundo, segmentação, análise de risco e leitura de perfil do cliente são tarefas que simplesmente não se sustentam de forma manual”, declarou.

Nesse contexto inédito, a IA acaba por oferecer escala para tudo. “Na avaliação de risco, ela permite processar um volume enorme de transações e identificar padrões de forma contínua, garantindo que as exigências regulatórias, que valem para todos os operadores no Brasil e não são negociáveis, sejam cumpridas em tempo real e sem gargalos”. afirmou. 

Por fim, Felipe Coelho acrescentou que as inovações tecnológicas são fundamentais para respeitar todos os requisitos regulatórios e atender às expectativas do público. 

“Ao analisar o perfil de cada usuário, conseguimos personalizar a experiência de forma muito mais precisa, entregando relevância para o cliente e melhores resultados para a operação. É exatamente isso que torna possível conciliar conformidade e crescimento, com a tecnologia fazendo com que cumprir a regulação e oferecer uma experiência personalizada e atraente deixem de ser objetivos concorrentes”, concluiu. 

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